Se fossem as televisões a contar os votos, havia de ser bonito...




Não é novidade para ninguém que a comunicação social, estando sob controle e ao serviço do grande capital, não é objectiva nem imparcial, mas cumpre um objectivo que mais do que informar, é de formatar e condicionar.

Esta particularidade reflecte-se sobremaneira na cobertura de actos eleitorais, onde se confrontam dois campos ideológicos e tem particular efeito nas eleições presidencias onde a campanha depende muito mais da cobertura mediática do que em outras eleições.

Convido-vos a ler este artigo do Ruben de Carvalho no DN de hoje, onde são analisados os dados da Marktest sobre os resultados do levantamento de noticiários televisivos sobre as eleições presidenciais.

Depois ainda há aqueles pequenos grandes promenores que irritam como a cobertura vergonhosa da RTP sobre o comicio do Jerónimo de Sousa no Pavilhão Atlêntico, ou a insistência em passar as declarações do Jerónimo em quarto lugar, ou o destaque dado aos ex-comunistas que apoiam as outras candidaturas, etc...


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