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Madeira: Jaime Gama elogia Alberto João Jardim por "obra ímpar"

A Madeira tem em Alberto João Jardim "um exemplo supremo na vida democrática do que é um político combativo", defendeu, hoje, no Funchal, o presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, que descreveu o desenvolvimento local como "obra ímpar".

Para Jaime Gama, a Madeira é "a expressão de um vasto e notável progresso no País".

"A Madeira é bem o exemplo, com democracia, com autonomia, com a integração europeia de um vasto e notável progresso no País", declarou.

Para Jaime Gama, a Região Autónoma da Madeira é "um trabalho notável, é uma conquista extraordinária, é uma obra ímpar e isso deve ser reconhecido".
(...)

Jaime Gama sustentou que a Madeira tem em Alberto João Jardim "um exemplo supremo na vida democrática do que é um político combativo".

De acordo com o presidente da Assembleia da República, "na Madeira, tudo é uma conquista e, por isso, é que a vivência e concepção de autonomia na Madeira não é tanto a institucional, a conceptual ou jurídica, é sempre uma concepção de luta, de combate, de tenacidade, de vitória, de dinâmica, de afirmação em crescente".

"Isso deve ser entendido, deve ser compreendido, deve ser aceite, deve ser integrado, deve ser reconhecido e deve ser valorizado", concluiu.

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Bámos lá cambada, todos à mólhada...


FPF paga 300 mil, mas houve quem discutisse... 200 euros
MAIOR PRÉMIO DE SEMPRE NÃO EVITOU A CONTESTAÇÃO



A Federação Portuguesa de Futebol já definiu os prémios que irá pagar aos 23 jogadores que integrarem a Selecção Nacional na fase final do Euro’2008. A vitória na prova valerá 300 mil euros (60 mil contos na moeda antiga) a cada atleta, o maior prémio de sempre, mas ainda assim houve quem se mostrasse descontente com a proposta e discutisse… 200 euros de diária.

Este problema, levantado, ao que Record apurou, apenas por dois jogadores, causou algum mal-estar no grupo, pois a maioria dos atletas não se reviu nas críticas.

As verbas estão todas definidas e acordadas, depois de uma comissão de jogadores ter chegado a acordo com a FPF há algum tempo, mas o problema verificou-se na véspera da partida para Dusseldorf, quando os números finais foram comunicados a todos os atletas. Foi nessa altura que houve quem contestasse alguns detalhes relacionados com os impostos e, especialmente, o facto de a verba destinada às diárias fosse a dividir em partes iguais entre técnicos, jogadores e demais acompanhantes. Esta divisão já fora feita no Euro’2004 e no Mundial’2006, numa altura em que Luís Figo era o líder do grupo, mas só agora alguém a contestou. Os 200 euros por dia são o que os jogadores perdem na divisão da verba das diárias por todos os elementos da comitiva oficial.

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O Zé fez falta...


Proposta não foi votada na reunião de câmara
Sá Fernandes força Wind Parade Lisboa 2008 contra vontade da maioria dos vereadores

O vereador eleito pelo Bloco de Esquerda José Sá Fernandes e os socialistas que com a sua ajuda governam a Câmara de Lisboa foram ontem alvo de violentos ataques verbais na reunião da autarquia, depois de terem forçado a implantação de 15 ventoinhas de produção de energia eólica em vários pontos da cidade, contra a vontade da maioria dos vereadores.

Os autarcas do PSD abandonaram a sala em protesto, não sem antes se terem manifestado contra esta “ausência de regras democráticas” e este “enxovalho”. E não descartam a possibilidade de recorrerem a “outras instâncias”, embora não especifiquem quais, para se queixarem do sucedido.
Apesar de as suas competências lhe permitirem levar o projecto por diante sem o submeter à votação dos restantes vereadores, Sá Fernandes optou por apresentar uma proposta nesse sentido na reunião de câmara. Quando percebeu que tudo se encaminhava para o chumbo do projecto, que só o PS aprova, optou, por sugestão do presidente da autarquia, António Costa, por retirar a proposta. Mas anunciou ao mesmo tempo que levará o projecto por diante, mesmo sem a concordância da maioria dos vereadores, uma vez que as suas competências lho permitem.
O ruído e o impacto visual das microturbinas são as principais objecções à sua instalação, que será temporária, apenas entre Julho e Dezembro - e que servirá mais como campanha de sensibilização para as energias alternativas do que como real fonte de produção de energia eólica, uma vez que Lisboa não tem muitos locais onde a força do vento seja suficientemente elevada.
O vereador Pedro Feist, do grupo Lisboa com Carmona, declarou que nos 32 anos que leva da autarquia lisboeta nunca viu “uma situação destas”, em que um vereador tenha passado por cima da vontade dos seus pares. Já Helena Roseta falou em “baixa democracia”. Sá Fernandes e os socialistas foram acusados de autoritarismo por toda a oposição. “Foi um episódio que pensei que jamais pudesse acontecer na Câmara de Lisboa”, observou o comunista Ruben de Carvalho, que vê a situação como “um claro desrespeito pela democracia”. O PCP ameaça desenvolver sobre o assunto “o mais enérgico protesto político, com todos os recursos” que tiver “à mão”.

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Despedida!!!

Assim é a democracia dos ricos.
Depois da reportagem, a jornalista foi despedida....

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Socialismo de rosto humano

Temporários

A mão-de-obra barata e sem direitos dos trabalhadores temporários ocupará cerca de um milhão de assalariados em Portugal.

São trabalhadores sem voz, porque a distância entre o trabalho precário e o desemprego é um palmo de terra dominado pelo arbítrio. Mas há quem entenda que o mal em Portugal é que ainda há pouco trabalho temporário.

Aos trabalhadores temporários não lhes bastava o carácter precário, transitório da respectiva relação laboral. Ainda por cima têm um provedor, contratado pelo patronato e que é porta-voz do partido do Governo, para lhes dizer que a transitoriedade do vínculo laboral pode ser o melhor dos mundos.

O Provedor do Trabalhador Temporário quebrou o carácter confidencioso do cargo que exerce com a maior discrição desde Julho de 2007 para dar uma entrevista ao Diário de Notícias. E o que diz o provedor? No essencial que os direitos dos trabalhadores temporários estão basicamente garantidos pelas leis do actual Governo. Quanto à legislação laboral, o provedor acha-a rígida, pouco liberal em matéria de despedimentos, entenda-se. O provedor exerce o cargo contratado pela Associação Portuguesa das Empresas do Sector Privado de Emprego (APESPE). Com vínculo está ligado à política: é o deputado, e porta-voz do PS, Vitalino Prova Canas.

O que a entrevista prova é que o rótulo “socialista” em Portugal engloba as concepções de vida e de sociedade mais distantes dos ideais de solidariedade que inspiraram as doutrinas sociais. Um socialista português de hoje pode achar curto em matéria de despedimentos o pacote laboral de Bagão Félix. Como pode não ver qualquer conflito de interesses entre representar o povo e trabalhar para o patronato do trabalho temporário...


Artigo de opinião de João Paulo Guerra no Diário Económico

Via Arrastão

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A lição bem estudada!!!


Oliveira Pereira tomou hoje posse
Novo director da PSP diz que polícia não precisa de mais meios

A PSP não necessita de mais agentes mas de racionalizar os já existentes naquela força de segurança, defendeu o superintendente-chefe Francisco Oliveira Pereira, que hoje tomou posse como novo director nacional da PSP, numa cerimónia que contou com a presença do primeiro-ministro e do ministro da Administração Interna.
(…)
Oliveira Pereira pretende restituir aos cidadãos um sentimento de segurança e alterar a imagem da PSP, objectivos que deverão ser cumpridos com o recurso à "inteligência e ao bom senso". "Os objectos principais são a segurança dos cidadãos - com imaginação vamos alterar o que está mal -, e a imagem da polícia perante os cidadãos, para que o sentimento de insegurança que existe seja ultrapassado", afirmou.
(…)
Hoje, na cerimónia de tomada de posse do novo director nacional da PSP o primeiro-ministro, José Sócrates, reafirmou a "confiança do Governo na PSP", apoiando as "mudanças absolutamente essenciais" para que o país esteja consciente de que tem uma força de segurança "apta a responder a qualquer ameaça nesta área".

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Não há almoços gratis

Grandes empresários preferiram Cavaco

Os grandes empresários portugueses deram donativos à candidatura de Cavaco Silva à Presidência da República. Ao todo, este candidato presidencial contou com o apoio financeiro de 345 pessoas singulares, das quais 30 contribuíram com o valor máximo previsto na Lei do Financiamento dos Partidos e Campanhas Eleitorais: 22 482 euros.

O apoio máximo à candidatura de Cavaco Silva surgiu de homens de negócios como Américo Amorim, António Mota, Diogo Vaz Guedes, Joaquim Coimbra, Ricardo Espírito Santo e Vasco de Mello. Já Stanley Ho, magnata dos casinos em Macau, Estoril e Lisboa, e Jardim Gonçalves,ex-presidente do BCP, apoiaram Cavaco Silva e Mário Soares com um donativo igual para ambos: vinte mil euros e dez mil euros.
As listas de donativos das pessoas singulares nas últimas eleições presidenciais, que o CM consultou no Tribunal Constitucional, deixam claro que o actual Chefe de Estado foi o candidato à Presidência da República preferido dos grandes empresários portugueses. E a prova disso é o donativo máximo individual no valor de 22 482 euros dado, ao abrigo da Lei 19/2003, por 30 importantes personalidades à candidatura de Cavaco Silva.
Em contrapartida, Mário Soares só obteve quatro donativos de montante máximo, oferecidos por Rui Nabeiro e o filho João Manuel Nabeiro, Ilídio Pinho, e Pedro Queiroz Pereira. Já Manuel Alegre, Francisco Louçã e Jerónimo de Sousa não contam com nenhum donativo desta grandeza financeira.
Mas os apoios financeiros de empresários aos candidatos não ficam por aqui: as candidaturas de Cavaco Silva e de Mário Soares contam ainda com um elevado número de donativos de montantes entre dez mile22mileuros por pessoa singular.

EXEMPLOS DE QUEM DEU O DONATIVO MÁXIMO A CAVACO SILVA

AMÉRICO AMORIM
É conhecido como o ‘rei da cortiça’, mas tem também investimentos na área da Energia. É, neste momento, o homem mais rico de Portugal.
ANTÓNIO MOTA
É presidente do Grupo Mota-Engil, um dos mais importantes do País no sector da Construção Civil e Concessão de Transportes.
ALEXANDRE S. DOS SANTOS
É o líder histórico do Grupo Jerónimo Martins, um dos mais importantes no sector da Distribuição Alimentar. Tem a marca Pingo Doce.
DIOGO VAZ GUEDES
É o ex-presidente do conselho de administração da Somague, empresa integrada no grupo espanhol Sacyr Vallehermoso desde 2004.
JOAQUIM COIMBRA
É um empresário de referência do Centro, com investimentos no vinho e nas energias renováveis. É dirigente do PSD.
JOSÉ MANUEL DE MELLO
É o fundador da holding José de Mello nos anos 80, após as privatizações. Hoje, tem uma presença importante no sector da Saúde.
JOÃO OLIVEIRA RENDEIRO
É fundador e presidente do Banco Português Privado (BPP). Preside também à Fundação Luso-Brasileira.
RICARDO ESPÍRITO SANTO
É um dos banqueiros de referência do País. Neste momento, é presidente da comissão executiva e vice--presidente do conselho de administração do Banco Espírito Santo (BES).
STEFANO SAVIOTTI
É o líder do Grupo de Hotéis Dom Pedro, cuja rede hoteleira foi fundada pelo pai Pietro Saviotti há cerca de 40 anos. O grupo tem unidades na costa portuguesa e quer expandir-se para o Brasil.
VASCO MARIA DE MELLO
Filho de José Manuel de Mello, é presidente da administração e da comissão executiva da Brisa - Auto--Estradas de Portugal. Exerce também as mesmas funções na José de Mello, SGPS.
6348 EUROS
A candidatura de Cavaco Silva obteve um total de 1,19 milhões de euros em donativos de pessoas singulares. Em média, cada uma das 345 pessoas deu 6348 euros.

EXEMPLOS DE QUEM DEU O DONATIVO MÁXIMO A MÁRIO SOARES

ILÍDIO COSTA LEITE PINHO
É um dos empresários de referência no Norte. Preside à administração da IP Holding e da Fundação Ilídio Pinho.
MANUEL RUI NABEIRO
Fundador da Delta Cafés, é um dos mais importantes empresários do sector agro-alimentar em Portugal.
JOÃO MANUEL NABEIRO
É filho de Rui Nabeiro e administrador da Delta, ao lado do pai. É também presidente do Campomaiorense.
PEDRO QUEIROZ PEREIRA
É presidente da Semapa e Portucel. Em 2006, deu donativo de 23 154 euros, valor máximo nesse ano.
2741 EUROS
Mário Soares obteve 682 751 euros em donativos. Em média, cada uma das 249 pessoas deu 2741 euros.

DONATIVOS IGUAIS PARA CAVACO E SOARES

JARDIM GONÇALVES: 10.000 euros
STANLEY HO: 20.000 euros

CONTAS COM SALDO POSITIVO
A candidatura de Cavaco Silva à Presidência da República deu um saldo positivo no valor de 740 170 euros. Este foi o valor mais alto entre os candidatos.

TRIBUNAL APONTA IRREGULARIDADES
O acórdão do Tribunal Constitucional sobre as eleições presidenciais diz que há irregularidades nas contas de todos os candidatos.

RESTANTES CANDIDATOS

ALEGRE COM 886 APOIOS
Manuel Alegre recebeu donativos de 886 pessoas singulares, o número mais alto de todos os candidatos, mas o valor total dos donativos foi muito inferior ao registado por estes dois candidatos. Com muitos donativos de cinco e dez euros, Alegre obteve 176 876 euros.

JERÓNIMO SEM FAMOSOS
Jerónimo de Sousa só recebeu donativos de 19 pessoas singulares, no valor total de 18 574 euros. E o donativo mais alto atinge 2436 euros. Nenhum dos nomes referidos nessa lista é conhecido. E quatro recebidos não têm o destinatário identificado.

LOUÇÃ SÓ COM 5.090 EUROS
Francisco Louçã apenas conseguiu obter um total de 5090 euros em donativos. A lista presente no Tribunal Constitucional não identifica as pessoas singulares que deram apoios financeiros ao candidato. E o donativo mais elevado ascende a 2500 euros.

NOTAS

RECEITAS DE CAMPANHA
Lei do Financiamento dos Partidos e Campanhas Eleitorais diz que donativos de pessoas singulares são receitas de campanha.
60 SALÁRIOS MÍNIMOS
A Lei 19/2003 diz no artigo 16.º que os donativos nas eleições presidenciais estão sujeitos ao limite de 60 salários mínimos.
VALORES MÁXIMOS
Como em 2005, o salário mínimo era de 373,64 euros, o donativo máximo de 22 482 euros. Em 2006, atingiu os 23 154 euros.

por António Sérgio Azenha in Correio da Manhã de 23 de Março

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Será isto o choque tecnológico???



Relatório da Comissão Europeia sobre telecomunicações
Penetração da banda larga aumenta abaixo da média da União Europeia

A taxa de penetração da banda larga em Portugal aumentou em 2007 quase dois pontos percentuais, para 16,1 por cento, mas o seu crescimento foi "um dos mais baixos" da União Europeia, segundo um relatório publicado hoje, em Bruxelas.

O relatório sobre o mercado único das telecomunicações divulgado pela Comissão Europeia indica um aumento na penetração da banda larga em Portugal de 13,9 para 16,1 por cento no ano passado, uma percentagem que, no entanto, continua abaixo da média comunitária de 20 por cento.

Bruxelas considera que esta forma de transmissão de dados que permite, nomeadamente, o acesso à Internet, "ainda não levantou voo" em Portugal, que tem "uma das taxas de crescimento mais baixas da União Europeia" (UE).

(…)

"Os consumidores portugueses ainda não tiraram partido dos seus direitos à portabilidade dos números, sendo o mercado caracterizado por uma grande fidelidade dos clientes", é outra das conclusões a que o relatório chega.

Uma das razões apontadas pela Comissão Europeia é o facto de demorar 13 dias, em Portugal, para um consumidor mudar de operador móvel ficando com o mesmo número.

Segundo o 13.º relatório de progresso sobre o mercado único das telecomunicações, a Dinamarca, a Finlândia, os Países Baixos e a Suécia são líderes mundiais na implantação da banda larga, com taxas de penetração superiores a 30 por cento no final de 2007.

Estes países da União Europeia, juntamente com o Reino Unido, a Bélgica, o Luxemburgo e a França, apresentavam, em Julho de 2007, taxas de penetração da banda larga superiores à dos Estados Unidos (22,1 por cento).

Artigo daqui e imagem daqui

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Novos critérios de selecção???

Para quem anda à procura de emprego...
Cuidado que há novas regras de selecção e recrutamento!!!

(clicar na imagem para ampliar)

Imagem daqui e Artigo daqui

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À borla neste fim de semana

The Vicious Five

7 de Março | 22h

Apresentação do Sounds Like Trouble. Para ver e ouvir no Lux.
Entrada livre

Jorge Palma, Maestro Joaquim de Almeida, Mário Laginha e Bernardo Sassetti

8 de Março | 14h-2h

A Escola de Música do Conservatório Nacional organiza um espectáculo que conta desde já com a presença de Jorge Palma, Maestro António Vitorino de Almeida, Mário Laginha e Bernardo Sassetti. A partir da meia-noite a música está a cargo de vários djs.
Entrada livre

AgendaLX


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Está despedido!!!


Não cumprimento dos objectivos pode resultar em quebra de dever de zelo

Governo alarga formas para poder despedir funcionários da administração pública

O Governo já definiu a forma como pretende que passe a ser possível despedir um funcionário público na sequência de dois anos consecutivos de avaliações de desempenho negativas, classificando a quebra do dever de zelo como o não cumprimento dos objectivos que tenham sido definidos.

Na versão preliminar da proposta para um novo Estatuto Disciplinar dos Trabalhadores que exercem Funções Públicas a que o PÚBLICO teve acesso, o Executivo, para além de explicitar como é que se vai processar a já prevista abertura de um processo de averiguações aos funcionários com duas avaliações negativas consecutivas, altera igualmente o conceito de dever de zelo de uma forma que parece alargar as situações em que um despedimento por mau desempenho possa ser decidido.

Assim, esta proposta de estatuto começa por passar a considerar como possíveis infracções disciplinares os comportamentos "por omissão", algo que não acontece no actual estatuto, que só considera o "facto praticado" pelo funcionário.

Depois, estabelece que o dever de zelo consiste, entre outras coisas, em "exercer as funções de acordo com os objectivos que tenham sido fixados e utilizando as competências que tenham sido consideradas adequadas". No actual estatuto, o funcionário para cumprir o dever de zelo tem de "possuir e aperfeiçoar os seus conhecimentos técnicos e métodos de trabalho de modo a exercer as suas funções com eficiência e correcção", não sendo estabelecida qualquer ligação aos objectivos que tenham sido fixados.

A definição do dever de zelo é importante porque será o cumprimento desta obrigação que será verificado para decidir o despedimento de um funcionário na sequência de duas avaliações negativas. Na proposta de estatuto define-se que, perante as duas notas negativas, um processo de averiguações é obrigatoriamente aberto, sendo seu responsável um dirigente que não tenha participado antes na avaliação do funcionário e que vai avaliar a "violação culposa de deveres funcionais, designadamente do dever de zelo". O trabalhador só pode ser considerado culpado se lhe tiver sido garantida formação na sequência da primeira nota e tem o direito a apresentar três testemunhas. Deste processo de averiguações pode resultar, ou não, a instauração de um procedimento disciplinar.

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87 anos de luta

Somos mais que as mães

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