Fascismo nunca mais...

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Porque estamos em abril .1

Um novo caminho...

Aqui está um vídeo genial (em inglês) sobre o actual mundo de consumo, demasiado importante para não ser visto...
... absolutamente imperdível!!!


http://www.storyofstuff.com/

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É do crescimento ó Teixeira!!!


Inflação homóloga aumentou em Março para 3,1 por cento

Os produtos alimentares e bebidas, bem como os combustíveis, continuam a ser determinantes no agravamento da inflação.

A taxa de inflação homóloga de Março subiu para 3,1 por cento, duas décimas de ponto em relação aos 2,9 por cento apurados no mês precedente. A inflação média dos últimos doze meses, medida de referência para o aumento salariais da função pública, continua em ascensão e aumentou uma décima em Março, face a Fevereiro, para 2,6 por cento.

Na variação mensal, os preços dos bens e serviços subiram 1,5 por cento entre Fevereiro e Março deste ano, assinala hoje o Instituto Naconal de Estatística (INE), contra uma variação nula no mês anterior.

Para a formação da taxa de variação homóloga, as contribuições positivas mais significativas foram dadas pelos produtos alimentares e bebidas não alcoólicas, os transportes, a habitação, água, electricidade, gás e outros combustíveis e no lazer, recreação e cultura.

Na variação mensal, as principais contribuições do índice de preços no consumidor veio dos artigos de vestuário, calçado e combustíveis e lubrificantes para equipamento para transporte pessoal.

De acordo com a última informação disponível para os países membros da Zona Euro relativa a Fevereiro de 2008, o IHPC português registou a segunda menor taxa de variação homóloga (2,9 por cento), a par com a Alemanha. O valor médio da Zona Euro é de 3,3 por cento.

O índice harmonizado de preços no consumidor apresentou entre Fevereiro e Março de 2008 uma variação de 1,5 por cento, duas décimas de ponto percentual superior à observada no período homólogo.

A variação média dos últimos 12 meses aumentou para 2,6 por cento (2,5 por cento em Fevereiro).

Artigo daqui e imagem daqui

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Está aqui uma crise v2

Transparência Pública
74 580 euros declarados em 2005

Nuno Miguel Miranda de Magalhães, advogado, nascido em Luanda, Angola, em 1972, é deputado do CDS-PP eleito pelo círculo de Setúbal. Magalhães é membro da Comissão Política do CDS-PP e presidente do Conselho Nacional de Jurisdição do partido, cargo que assumiu em 2007.

Como parlamentar pertence às comissões de Assuntos Constitucionais e de Assuntos Europeus, da qual é vice-presidente. Foi igualmente secretário de Estado da Administração Interna no Governo de coligação PSD/CDS-PP. Na declaração de rendimentos apresentada em 2005 (números referentes ao ano de 2004) consta um rendimento de trabalho dependente de 74 580 euros. Detém 2500 euros em acções da Axa Portugal. Não apresenta património imobiliário nem veículo próprio.

In Correio da Manhã

Fazendo uma continha rápida. 74,580€ / 14 meses = 5327 €/Mês
Coitado, deve pagar uma batelada de IRS.

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Está aqui uma crise v1

Gestores da zona ribeirinha
Um milhão para salários

Os três administradores da sociedade gestora do plano para a frente ribeirinha de Lisboa vão receber um milhão de euros por dois anos, segundo o documento estratégico apresentado ontem pela Parquexpo. José Miguel Júdice optou por não ser remunerado por este ser um "acto de cidadania", justificou recentemente.

A empresa, para além do presidente, José Miguel Júdice, conta com três administradores executivos e quatro não executivos. A manter-se este cenário, cada administrador executivo receberá aproximadamente doze mil euros por mês.

O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, já recusou a possibilidade de fazer parte da sociedade gestora, por não ter condições de mobilizar os quatro milhões necessários para entrar no capital. O plano estratégico prevê um investimento global que ronda os 165 milhões de euros. O projecto foi ontem apresentado mas ainda não foi a votação, ao contrário do que era esperado. Está marcada uma reunião extraordinária para dia 16, quarta-feira, para discutir e votar o projecto.

Segundo este plano, quatro contratos serão por ajuste directo.

por Janete Frazão com P.H.G.

In Correio da Manhã

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Está semana no Casino Lisboa

Sky Fest

7 Abril
Olissipo Electrico (jazz fusão) | Multiusos | 22h30
Rosa Negra (world music) | Palco Arena | 23h30

8 Abril
Jazz Me Brown (jazz) | Multiusos | 22h30
O'Questrada (fado ska) | Palco Arena | 23h30

9 Abril
Dâna (world music) | Multiusos | 22h30
The Soaked Lamb (blues) | Palco Arena | 23h30

10 Abril
Madame Godard (jazz fusão) | Multiusos | 23h30
Nancy Vieira (world music) | Palco Arena | 00h30

11 Abril
Sweet Vandals (jazz fusão) | Palco Arena | 23h30
Lady G Brown & Dr. Bastard (electro world music) | Multiusos | 00h30

12 Abril
Sara Valente (jazz) | Multiusos | 23h30
Deolinda (world music) | Palco Arena | 00h30

13 Abril
Canto da Terra (world music) | Multiusos | 22h30
Tango Crash (electro world music) | Palco Arena | 23h30


Entrada Livre

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A liberdade defende-se, exercendo-a!!!

O zurrar do Dr...



Ministro da Ciência diz que licenciados não sofrem de desemprego

O ministro da Ciência e Ensino Superior está convencido de que quase não há licenciados desempregados em Portugal, mas não especificou se o trabalho que encontram em qualificado ou se tem relação com a área em que tiveram formação superior.

Comentando na Rádio Renascença um relatório da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) sobre o ensino superior, o ministro, Mariano Gago, disse que “quase não há desemprego entre licenciados”.

Segundo Mariano Gago, quase todos os profissionais com formação superior entram no mercado de trabalho durante o ano seguinte ao termo da sua licenciatura.

“O número de profissionais que sai dos cursos superiores todos os anos para o mercado de trabalho não chega e são todos absorvidos pelo mercado”, disse o ministro à Renascença.

O ministro reconhece no entanto que o emprego encontrado fica muitas vezes aquém das expectativas: “É verdade que muitas vezes, e muitos jovens sentem isso, o primeiro emprego não é aquele que gostariam de ter”, ressalvou, frisando logo de seguida que, “ao fim de um ano de saídas do ensino superior”, não existe “ninguém desempregado”.

Mariano Gago diz também que existem cursos iguais em várias instituições de ensino e que os que revelam menos saída acabam por fechar ou ser reestruturados.

O relatório da OCDE, intitulado “O Ensino Superior na Sociedade do Conhecimento”, envolveu 24 países. No documento considera-se que, além de haver poucos licenciados para as necessidades do mercado português, as instituições de ensino superior são muito dependentes do dinheiro do Estado, pelo que sugere um aumento do valor das propinas.



(Clicar no burro para o ouvir a zurrar)

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Jorge Coelho prepara-se para ser o próximo CEO da Mota-Engil

Jorge Coelho prepara-se para ser o próximo presidente executivo da Mota-Engil. O convite já foi feito e aceite, mas com uma condição: que os accionistas aprovem o plano estratégico proposto por Coelho para o grupo para os próximos cinco anos.

Jorge Coelho prepara-se para ser o próximo presidente executivo da Mota-Engil. O convite já foi feito e aceite, mas com uma condição: que os accionistas aprovem o plano estratégico proposto por Coelho para o grupo para os próximos cinco anos.

Essa proposta deverá estar pronta no final de Abril, estando Jorge Coelho a prepará-la na figura de consultor da empresa. Se for aceite, a ascensão do dirigente socialista na empresa marcará uma mudança de página na Mota-Engil, que separa a gestão da família. António Mota assumirá o cargo de "chairman".

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Só???


Quase dois milhões de pessoas vivem à beira da pobreza


Quase 20% da população vive no limiar da pobreza, ou seja, existem quase dois milhões a ganhar cerca de 4.575 de euros por ano. São 381 euros mensais.

Quase 20% da população portuguesa vive no limiar da pobreza, ou seja, existem quase dois milhões de pessoas a ganhar em média cerca de 4.575 de euros por ano (cerca de 381 euros mensais).

Este valor pressupõe que essas pessoas apenas têm rendimentos monetários – salários, remunerações de trabalho por conta própria, pensões ou outras transferências sociais. Caso se incluam os rendimentos não monetários, como o auto-consumo, a casa própria (não hipotecada ao banco) e os recebimentos e salários em géneros, o grau de pobreza nacional cai ligeiramente para cerca de 16% da população. Ainda assim significa que se encontram nessa situação limite quase 1,7 milhões de portugueses.

O INE, que ontem divulgou os dados, sublinha que “os rendimentos não monetários desempenham claramente um papel ‘equalizador’ e de atenuação do fenómeno da pobreza e da exclusão social”. Esta parcela do rendimento ganhou importância face ao inquérito de 2000: era 13,5% do total, actualmente representa quase 20%.

De acordo com as estatísticas oficiais, a população pobre – pessoas que ganham 60% ou menos do rendimento mediano anual por adulto equivalente – voltou a aumentar entre o inquérito relativo a 2005 e o ontem publicado, referente a 2005/2006. O rácio que mede esse “risco de pobreza” piorou de 18% para 19% da população total. Em todo o caso, mostra o INE, a desigualdade entre ricos e pobres, medida pelo índice de Gini, reduziu-se ligeiramente no período em análise.

Os habitantes das regiões rurais e as famílias com mais filhos são os segmentos da população mais expostos à pobreza. O rendimento médio no Alentejo era, em 2005/2006, o que estava mais distante da média nacional: cada família alentejana ganhava apenas 80% da média nacional, ou seja, 14.067 euros anuais ou 5.760 ‘per capita’. O rendimento médio da região de Lisboa era 24% superior à média nacional.

O INE conclui ainda que existe uma “maior precariedade dos rendimentos nas famílias numerosas e com crianças”. O rendimento médio por indivíduo dos agregados familiares com crianças ou jovens dependentes era 83% do rendimento disponível ‘per capita’ do conjunto da população (8.790 euros).


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É justo... Coitadinhos dos bancos...



Bancos pagam menos 29% de impostos


Em 2007, a banca pagou menos 156 milhões de IRC, apesar de os lucros terem aumentado 9%. O aumento das provisões, o planeamento fiscal e as novas regras de contabilidade explicam a redução acentuada.

Os bancos pagaram, no ano passado, menos 28,7% de impostos ao Fisco do que em 2006, ou seja, entraram menos 156 milhões de euros nos cofres do Estado. Mas mais do que esta queda de impostos – que pode em parte ser explicada pelos mais reduzidos lucros atingidos, por exemplo, pelo BCP – os dados divulgados ontem pela Associação Portuguesa de Bancos (APB) mostram que, proporcionalmente aos resultados ganhos, a banca pagou menos impostos. Esta evolução é demonstrada pela taxa efectiva de imposto paga em 2007, que mede o peso dos impostos no resultado antes de impostos dos bancos. Assim, no ano passado, a taxa ficou-se pelos 13,6%, face aos 19,4% de 2006. Um valor que compara com a taxa nominal de IRC que está fixada nos 25%.

A síntese da actividade bancária em Portugal no ano passado, feita pela APB, que reúne a quase totalidade das instituições presentes no país, revela, por isso, um resultado antes de impostos globalmente registado de cerca de 2.847 milhões de euros, sobre os quais foram pagos 388 milhões de euros de impostos, dando origem a um resultado líquido de 2.459 milhões de euros.

O planeamento fiscal de que os bancos podem recorrer permite que, por exemplo, que, através das provisões constituídas para riscos de crédito e outros, se possa reduzir a base sobre a qual incide depois o imposto a pagar. Os números da APB mostram, aliás, que as ‘provisões e similares’ aumentaram 31,8% em 2007, mais 364 milhões de euros que foram deduzidos aos resultados brutos dos bancos do que em 2006. Por outro lado, factores como os prejuízos de empresas pertencentes aos grupos bancários ou resultados que são reportados em ‘off-shore’ permitem reduzir os impostos a pagar.

Apesar de serem medidas legais de planeamento fiscal, o Governo anunciou medidas destinadas, precisamente, a limitar algumas operações de provisionamento. O objectivo, recordou o ministro das Finanças na entrevista concedida ao Diário de Notícias/TSF no domingo, é chamar “à matéria colectável uma parte mais significativa dos resultados brutos do sector financeiro”.

O Diário Económico tentou contactar o presidente da APB que, até ao fecho da edição, não esteve disponível.

Os números da APB revelam que, no global, os lucros da banca subiram 9% em 2007 para os 2.459 milhões de euros, ajudados em grande parte pela subida de 8,7% da margem financeira, para os 5.346 milhões de euros, e de 6,4% das comissões, até aos 2.010 milhões de euros.

Uma contribuição - a principal fonte de receita do sector - que tem, aliás, ajudado aos lucros da banca nos últimos anos. Desde 2004, e até final de 2007, a margem financeira subiu 35% e as comissões aumentaram 33,7%.


Cinco maiores bancos pagaram 638,8 milhões de euros de impostos no ano passado

Carlos Santos Ferreira, Presidente do BCP
O BCP foi, dos cinco, o que menos impostos pagou face aos resultados. Os 69,6 milhões de euros entregues ao fisco representaram 10,1% dos 688,2 milhões de resultado bruto ganho em 2007.

Faria de Oliveira, Presidente da CGD
O banco estatal foi, depois do BCP, o que menos pagou pelo exercício de 2007. Dos 1.080 milhões de euros brutos de resultados, 182,5 foram entregues ao Fisco, ou seja, 16,8%.

Ricardo Salgado, Presidente do BES
O BES entregou ao Fisco 152,5 milhões de euros, ou seja, 19,36% do seu resultado bruto de 787,6 milhões de euros. À semelhança de outros bancos, a taxa foi inferior à registada em 2006.

Nuno Amado, Presidente do Santander Totta
O Santander Totta entregou aos cofres do Estado 125,6 milhões de euros relativos ao ano de 2007. Um valor que representa 19,7% do resultado bruto de 636,4 milhões de euros.

Fernando Ulrich, Presidente do BPI
Em 2007, o BPI pagou 108,6 milhões de euros de impostos, a que corresponde uma taxa efectiva de 24%, face aos 452,5 milhões de resultado bruto, próxima da taxa nominal de IRC, de 25%.

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