Se der na televisão ainda vejo (2)

A mesma razão de sempre...pois claro!

A Bolsa de Petróleo do Irão ameaça o dólar

A administração Bush quer a todo custo impedir que o governo iraniano abra uma bolsa que comercie o petróleo em euros [1] . Se isto acontecer, centenas de milhares de milhões de dólares seriam despejados de volta nos Estados Unidos, esmagando a moeda verde e destruindo a sua economia. Eis porque Bush & Co. estão a planear levar o país à guerra contra o Irão. É uma defesa óbvia do actual sistema global e da continuidade do domínio da divisa de reserva, o dólar.

A afirmação de que Irão está a desenvolver armas nucleares é um mero pretexto para a guerra. O NIE (National Intelligence Estimate) prevê que o Irão não será capaz de produz ogivas por talvez uma década. Da mesma forma, Mohammed ElBaradei, responsável máximo da AIEA, já disse reiteradamente que a sua agência de vigilância não encontrou "qualquer evidência" de um programa de armas nucleares.


Não há armas nucleares ou programas de armas nucleares, mas os planos económicos do Irão colocam uma ameaça à América, e não se trata de uma que possa simplesmente ser varrida para o lado como o resultado inevitável do mercado livre.


por Mike Whitney

todo o texto aqui.

Uncle sam is watching you




Os telemóveis Motorola vêm equipados com um sistema de localização por satélite, o ASPG.
Este sistema, imposto ás empresas de telemóveis depois do 11 de Setembro, permite à Administração Americana localizar os telemóveis através da sua rede de satélites.

CUIDADO, the bigbrother is watching you

As vontades e disponibilidades que criaram este momento bloguista foram consequência duma espontaneadade humoristica voraz e pouco atroz. Tudo tem espaço neste temp(l)o bloguista, desde os suburbios intelectuais mais non-sense, até aos suburbios non-sense mais intelectuais. Mas o pecado mortal é a originalidade. Ser original é original.... que rima com vaginal, e com porno bacanal. Devido a esse facto peço humildemente a todos os contribuintes a fazerem um esforço para credibilizar esta tertulia. Como disse um alter e um ego de alguem " para criticar é preciso fazer melhor ", vou ajudar....ou pelo menos tentar. Hasta....

Gostava que fossem todos iguais…

É o que se vai lendo, ouvindo e vendo: - Os partidos tem de mudar e compreender aquilo que foi o resultado das eleições presidenciais. - Os partidos perderem as eleições! – Ganhou a cidadania, temos de rever o modelo democrático assente em partidos “fechados” que inviabilizam a participação dos cidadãos!

Esta tem sido a opinião vinculada depois das eleições de 22 de Janeiro. Mais não é que a continuação da campanha ideológica “contra os partidos” e do “são todos iguais”!

Sobre os resultados, a vitória de cavaco com pouco mais de 50%, afinal bem longe dos 60, 55, 52 que as sondagens lhe davam e do resultado de Jerónimo de Sousa, mais de 8% curiosamente bem acima do valor fabricado por qualquer “estudo de opinião”, fica a sensação de que a missão impossível de derrotar cavaco não o era, faltou o real empenhamento do PS, que acreditassem, que mobilizassem… isto, independentemente da veracidade de um ou outro fax, isto observando o concreto bastando para tal escutar o candidato Soares. Foi a derrota de uma esquerda, com consequências que se perspectivam bem mais gravosas para a maioria dos portugueses, que para a maioria na Assembleia da Republica (AR).

O corajoso Sócrates continuou, em plena campanha, a politica desastrosa de liquidação de importantes conquistas de Abril, no desmantelar da intervenção do Estado na economia. No debate mensal na AR foi ao encontro das preocupações de marques mendes, quando referiu que tinha a mesma vontade de privatizar empresas de transportes, distribuição de água, os portos… a divergência está no timing, não é para já, mas sim quando estas empresas se mostrem mais atractivas para quem tem dinheiro para as comprar…

E é assim, a prática dos partidos no governo. A prática dos partidos em tempo de batalhas importantes, como as presidenciais.

Mas serão todos iguais? Os resultados mostram que não. Mais importante, a política preconizada por cada um, mostra que não!

Existe um Partido, onde a marca da coerência, do posicionamento, da liberdade de expressão interna e da luta, não deixa dúvidas. Se fossem todos assim, todos iguais desta forma, não teria havido lugar a oportunismos dos “apartidários” alegres, ou dos “supra partidários” cavacos.

Interessa credibilizar, expor e cumprir ideias, a lição de dia 22 tem de ser apreendida, não no sentido difundido pelos órgãos de comunicação social dominante, mas sim naquilo que o povo quis dizer, que vem dizendo nos dois últimos actos eleitorais, que esta política não serve, não nos serve enquanto jovens, trabalhadores, estudantes… é necessário romper com este estado de coisas.

Para esta luta, os portugueses sabem com quem podem contar!

Se der na televisão ainda vejo

JÁ NEVA EM SETÚBAL !!!

ESE - IPS - Setúbal
foto de JD

Neva em Santarém, em Pombal, em Lisboa, em Évora e no raio que a parta!!!!
Em Setúbal está uma chuva diluviana… porca miséria!

THE OFFICE


Provavelmente a 2ª melhor série de comédia de sempre.... (mas a razar o primeiro lugar do The Flying Circus dos Monty Pithon).


(Pack The Office séries 1 e 2 + Especial Natal - 42.90 € naFNAC - é aproveitar !!!)

alguns pequenos exemplos:

Ora aqui está uma ideia brilhante...




Porque estamos em semana de dérbi

O BENFICA por fernando alvim

Nunca sei como será ser de outro clube que não o Benfica e também não quero. É uma ignorância boa, esta, a de não querer saber, a de recusar logo à partida o conhecimento de algo que não nos importa. Só me interessa o Benfica, confesso, e logo à partida é fácil perceber pela fria análise morfológica do nome, que o clube que amo, é uma instuição que pratica o bem, que pede, rogando, para que fique: Bem! Fica! E o bem, como se ouvindo, fica mesmo, e com ele, como se uma mágica terra se elevasse, ficam não todos os benfiquistas, mas sim, todos os benfiquenses.

Existe um “ismo” no Benfica de uma magnitude rara, que não se confunde nem se imiscui com outros ismos mesquinhos que outrora serviram doutrinas, reformas várias e pessoas poderosas. O Benfiquismo é um “ismo” dos bons, que se impõe, precisamente, não se impondo, que se percebe justamente ao não se perceber, e que mesmo não se vendo, se sente e sofre como se de um amor carnal de tratasse.

Quando se grita pelo Benfica é como se gritássemos em tenra idade pela nossa mãe mesmo sabendo que está ali tão perto, pela libertina vontade de gritar pelo que nos pertence, para que saiba que não somos de nenhum outro, para que fique claro que lhe dedicamos a rouquidão que se esmorece na nossa voz.

Sou do Benfica desde que me lembro e não tenho memória curta. É nela que cabem mil imagens que correm de calções agora mesmo. Lembro-me do Néné, ali vai ele, do número 7, calções brancos, por vezes com risco ao meio, chuteiras novas, o filho bem comportado que qualquer mãe gostaria de ter tido. Do Carlos Manuel, dos livres do Carlos Manuel, da garra do Carlos Manuel quando pegava a bola a meio campo e durante metros a levava com ele, como se fosse um gigante, altíssimo, como se a levasse para casa, imponente, quebrando a barreira do som com a velocidade que lhe imprimia. E o inferno era aquilo, o inicio da corrida, a multidão a levantar-se, ninguém quieto por um instante que fosse “oh senhor, sente-se lá para eu ver”, todos a falar com as mãos, a dizer “passa a bola” e “vamos vamos” “ é agora, é agora” “ força, força” ao qual se seguia, não raras vezes, um ciclópico “aaaaahhhhhh” num imenso coro de vozes, invariavelmente seguido de palmas e um sincrónico bater de pé, ou em outros casos menos felizes, apenas um bater de pé e nomes impronunciáveis.

Acho que já disse que sou do Benfica e nunca é demais dizê-lo, como daquelas vezes em que não nos cansamos de dizer “amo-te” a uma pessoa, mesmo que esta já o saiba há muito. Porque nos dá gosto dizer “Benfica” como se fosse um “Amo-te” repetido até à exaustão. Porque ser do Benfica é dizer “Amo-te” muitas vezes. Porque é o amor que nos une e nos cega e nos faz dizer que não, não é penalty quando todos sabemos que foi, ali, à nossa frente, “com o diabo” dizemos, mesmo não o querendo admitir, “não é, não é” sabendo que estamos a mentir. Porque o amor vê mãos onde não existem, este amor de que vos falo e escrevo agora, vê faltas que nunca foram cometidas, foras de jogo, cartões que ficaram por mostrar, culpas que nunca a nossa, mas também vê o resto, os equipamentos, os jogadores a beijar a camisola como se fosse um país, o ritual da águia que dá a volta ao estádio em busca de novos perdedores, desculpem, predadores, ainda o estádio, o velho e o novo, o luxo das cadeiras de agora e o glória das outras, o Eusébio, o Chalana, o Diamantino, o Veloso e a luz intensa que nos olha a todos. A luz, estranha luz esta, o hino do piçarra, a vaidade com que o canta, as bandeiras a agitarem vitoriosas, os golos, aquele e mais o outro que ainda hoje recordamos, as jogadas sinfónicas, os maestros de então, os golos, chegar muito cedo para ficar horas seguidas a olhar o relvado, os golos, as horas que passamos a entoar cânticos, a discutir os jornais, a falar sobre o Benfica, a telefonar para os amigos de outros clubes para lhes fazer inveja com os nossos resultados, a esperar sempre, os golos, os 5 minutos à Benfica, este inferno bom, o nosso, igual a nenhum outro, este Benfica, este estado de alma, este amor rouco que não nos cansamos de repetir mil vezes.

http://esperobemquenao.blogspot.com/

madeira 139.jpg

"Tanta violência pareceu-lhe "uma alucinação". Sandra Simões, de 36 anos, preparava-se ontem para fazer um inquérito do Instituto Nacional de Estatística (INE) à Casa do Gaiato de Santo Antão do Tojal, em Loures, quando foi surpreendida por uma cena de "espancamento" de um aluno por parte de um monitor da instituição. Contactado pelo DN, o padre Acílio Fernandes, director-geral da Casa do Gaiato, desvaloriza o sucedido, mas confessa que o funcionário "talvez tenha exagerado". "

""De repente, vi um rapaz a ser lançado por um homem para o alpendre". Ter-se-á seguido uma cena de pontapés e murros "deplorável", que durou alguns minutos, sob o olhar de "todos os que estavam à janela, miúdos e adultos, que não fizeram nada". "

"Pelo menos por seis vezes "o rapaz foi agarrado pelo colarinho e lançado contra os pilares de pedra do alpendre", diz. Por fim, "saí do carro e perguntei o que se passava". Ninguém lhe respondeu até levantar o tom de voz e ser ouvida por um aluno, que avisou "Está ali uma pessoa." Em segundos, tinha à sua frente um funcionário da Casa do Gaiato - que não se identificou - a perguntar-lhe "o que fazia ali". Respondeu que queria saber o que tinha acontecido. "Aquele é o pior que temos aqui", respondeu o homem. "Levantou-se cinco vezes durante a hora de almoço", acrescentou."

"É que os funcionários com quem tinha falado até àquela altura insistiam que o agredido "já tinha 18 anos" e a GNR dizia que "não podia fazer queixa se o rapaz fosse maior de idade". Mais "Disseram-me que sabem que se passam coisas ali, mas que os miúdos não falam.""

in DN Online 25/01/06

Os primeiros passos da megacrise (2)

Aproveito o post do meu amigo FA para destacar este parágrafo do artigo.

"A CRISE ENERGÉTICA

O quarto detonador é a crise energética em curso que poderia desembocar numa explosão inflacionária e recessiva superior às dos anos 1970. Existe uma causa estrutural que a provoca: o esgotamento das reservas, agravado pelo facto de que todas as grandes potências industriais, as tradicionais e as emergentes, são também grandes importadoras de petróleo. Em fins dos anos 1990 os prognósticos mais sérios assinalavam que entre 2010 e 2012 chegaríamos ao máximo da extracção (o temível "Peak Oil" ), mas era uma avaliação errónea baseada na sobre-estimação da reservas disponíveis, sobretudo as do Médio Oriente, da Ásia Central e da Rússia. De qualquer forma, essa proximidade teria bastado para que em meados da década actual a combinação (confrontação) das estratégias energéticas dos países centrais, das grandes empresas petrolíferas e dos especuladores conseguisse fazer subir os preços do combustível. Mas acontece agora sabermos que o período anterior ao Peak Oil foi encurtado: as jazidas da Bacia do Cáspio não são tão generosas como se supunha, muitas daquelas do Médio Oriente (sobretudo da Arábia Saudita) e da Rússia estão a ser sobre-exploradas, pelo que já nada pode deter a corrida de preços.

Contudo, existe um bloqueio global de informação sobre o tema. Cada subida de preços aparece nos meios de comunicação como provocada por algum factor circunstancial (Katrina, declaração infeliz de Bush, alguma turbulência política no Médio Oriente, etc) mas a realidade não pode ser maquilhada de maneira indefinida. Além disso as fontes energéticas de substituição não estão livremente disponíveis no curto-médio prazo de modo a gerar uma reconversão rápida. Isto significa que os preços do petróleo continuarão a subir sem tecto à vista. O fenómeno já afecta de modo significativo os custos industriais dos países centrais e em algum momento provocará a contracção em conjunto dos lucros e do consumo.. O fantasma da "estagflação", que muitos acreditavam encerrado no baú das recordações nos anos 1970, regressaria rejuvenescido. "

Os primeiros passos da megacrise por Jorge Beinstein em http://resistir.info/

Os primeiros passos da megacrise

A euforia neoliberal dos anos 1990 e os delírios militaristas que se seguiram são hoje recordações apagadas, seus impactos mediáticos esgotaram-se. Assim como nesse remoto passado abundavam os peritos que profetizavam o milénio burguês, agora muitos deles anunciam a chegada próxima de uma megacrise mundial muito mais poderosa que a dos anos 1970. Numa nota publicada em Agosto de 2005 Stephen Roach, economista chefe da Morgan Stanley, alertava acerca da iminência da "primeira crise energética da era da globalização" e para os numerosos pontos débeis da economia norte-americana perante o referido fenómeno. Contudo, um mês depois, na mesma newsletter, Roach colocava o défice da balança de transacções correntes dos Estados Unidos no primeiro nível de periculosidade. Por sua vez, em Agosto The Economist apontava para outro detonador: a bolha imobiliária mundial com centro nos Estados Unidos, cujo desinchamento seria inevitável a não muito longo prazo, ainda que durante esse ano a revista também haja enfatizado o défice de transacções correntes, a dívida pública, o défice fiscal e outros males da superpotência.

por Jorge Beinstein

Todo o texto aqui


Inovação e empreendedorismo (v.1)

Ford despede 30 mil e fecha 14 fábricas nos EUA até 2012

Uma oportunidade para 30 mil pessoas serem inovadoras e empreendedoras, só não aproveitam se não quiserem.

agora como dantes... a luta é o caminho

(reacção da srª Joaquina Mateus, moradora na Marinha Grande, ao saber dos resultados das eleições.)


Grândola, vila morena

Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade

Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena

Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade

Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade


Site da RTP -na janela sobre as noticias nacionais, à 1:27 do dia 21 de Janeiro.
Será que se esqueceram de algum dos candidatos?


O Atleta

P. Todos os outros candidatos têm um passado anti-fascista. Como justifica o seu silêncio político durante o Estado Novo?
CS. Contrariamente a alguns candidatos, tenho uma vida de trabalho. Eu e o major Tomé [da UDP], os únicos que fomos vítimas do fascismo, fomos mandados para Moçambique, quando eu ainda estava no 4º ano, e não permitiram que tão-pouco que eu acabasse os meus estudos. Fui mandado para África, os portugueses conhecem muito bem o meu passado. Não nasci em casa de abundância como outros. Enquanto estudante, tive de trabalhar e trabalhar bem. Portanto, não tive uma vida fácil. Mas essa experiência de vida foi muito útil. Ainda por cima, como era atleta dos 110 metros barreiras, a polícia tinha dificuldade em apanhar-me, pois corria mais rapidamente que os agentes. Quando entravam em Económicas, normalmente conseguia escapar-me às perseguições...


P. Fugia quando a PIDE ia à faculdade?
CS. Fiz parte das greves todas de 1962, muitas das invasões foram na minha escola, estava lá com os meus colegas dirigentes da associação de estudantes, e o facto de saltar barreiras muito bem permitiu safar-me mais facilmente que outros. Isso é questão de falta de argumentos, ou não conhecem o meu passado ou andam noutro mundo. Ou então não sabem o que é o trabalho, o que é a vida, o que é nascer em Boliqueime, tomar o comboio às seis da manhã para conseguir estudar em Faro e só regressar às seis e um quarto da tarde. Quem diz isso é gente que não sabe o que é a vida.

"entrevista de Cavaco Silva à revista Sábado"

o "munch" de boliqueime

Nota

estes dois post que agora aqui aparecem foram escritos a pensar noutro blog... fica a promessa de futuros e exclusivos textitos para este no esblogamos!!!!!!!!

Dar sentido ao voto

Depois de ao longo das últimas semanas termos vindo (vários máfias assim se expressaram) a lembrar as ligações perigosas de cavaco, apoiado pelo alberto joão jardim e carlos pinto, mas também pelo belmiro & companhia e de ser este o candidato dos ricos e poderosos, de ter um passado de em que a repressão foi uma realidade e na qual os caminhos que traçou para o país se terem relevado desastrosos (privatizações de sectores fundamentais, destruição da capacidade produtiva…) gostava de deixar uma opinião sobre o que entendo ser um voto consciente, com sentido e efeitos palpáveis…

O objectivo fundamental nestas eleiçõe - derrotar a arrogância e a pessoa que neste acto eleitoral tem o apoio da grande finança (que lhe paga a campanha com a perspectiva de recolher benesses no futuro), vai ser conseguido votando em qualquer outra candidatura. Mas, entre as outras cinco candidaturas, há diferenças, não só as evidentes (pessoais) mas de projecto e posicionamento face aos desafios do país.

Neste campo, um voto que defende e procura aprofundar a nossa Constituição é em Jerónimo de Sousa, defendendo o direito ao trabalho e de quem trabalha, de romper democraticamente com o actual estado de coisas, é um voto na esquerda e será sempre uma forma de consolidar, sem dúvidas e de forma clara, uma opção por outro rumo para Portugal, um rumo de maior justiça, de direito à protecção social, à educação e à saúde…

Mário Soares é o candidato do partido no poder, que um dia diz defender os direitos de quem trabalha e no outro avisa que os que hoje apoiam cavaco, estarão com ele na altura em que for eleito… terá outra legitimidade e “liberdade” para dizer não aos interesses corporativos desses senhores, é certo, mas dizer isto cai na ambiguidade, no erro tantas vezes cometido, de se afirmar ao lado de uns praticando políticas para os outros… já referiu que é a favor do aumento da idade da reforma e, no geral, apoia a acção ruinosa deste governo.
Manuel Alegre e Louça são, na minha opinião claro está, dois oportunistas. Como exemplo o caso da resolução da interrupção voluntária da gravidez, que há muito devia ter sido resolvida no seio da Assembleia da República, mas que os partidos a que pertencem insistem em adiar para um futuro referendo a realizar em data incerta…Garcia Pereira é o eterno revoltado, ao demonstrar o seu apoio a Manuel Alegre disse tudo, quando sabemos o que Alegre pensa em relação à acção do actual elenco governativo e aquilo que Garcia diz pensar…
Fica portanto este apelo, na certeza que com o voto na candidatura de Jerónimo de Sousa não só se derrota uma política, como se consolida outra em que os interesses da minoria não prevalecerão sobre os da larga maioria da população!

Dia 22, decidimos nós!

Depois de um trabalho exemplar na tentativa de criar uma dinâmica de vitória da candidatura de cavaco, as sondagens começam a aproximar-se da "verdade". É que as comparações, dia 22 à noita, vão ser feitas com as últimas projecções… se bem se lembram cavaco, que hoje aparece com margem reduzida já muito perto dos 50%, foi-nos apresentado com valores de 60%!
Também outras candidaturas, que chegaram a ter 3, 4, depois 5%, aparecem agora com valores de 7%... outras que se situavam abaixo dos 10%, já surgem bem acima deste valor!
No fundamental o objectivo foi conseguido! “O candidato da direita é o vencedor”… nada mais falso, mais eticamente reprovável.
Infelizmente para quem sempre suportou cavaco e as políticas que este incorpora, não são sondagens encomendadas que determinam os vencedores, ajudam é certo, mas a última palavra cabe-nos a nós! E sem ambiguidades, sendo importante ir “às urnas votar”, não é indiferente o “sentido de voto nalgum dos candidatos, branco, nulo ou n'O Padrinho”!
Quando, dia 22, formos votar, é essencial ter isto em conta e votar de forma consciente, porque nada é inevitável, porque há lugar à esperança e confiança num Portugal de futuro!

«Sondagens» e manipulação




Não é novidade para ninguém que a comunicação social, estando sob controle e ao serviço do grande capital, não é objectiva nem imparcial, mas cumpre um objectivo que mais do que informar, é de formatar e condicionar.

Esta particularidade reflecte-se sobremaneira na cobertura de actos eleitorais, onde se confrontam dois campos ideológicos e tem particular efeito nas eleições presidencias onde a campanha depende muito mais da cobertura mediática do que em outras eleições.

Convido-vos a ler este artigo do Ruben de Carvalho no DN de hoje, onde são analisados os dados da Marktest sobre os resultados do levantamento de noticiários televisivos sobre as eleições presidenciais.

Depois ainda há aqueles pequenos grandes promenores que irritam como a cobertura vergonhosa da RTP sobre o comicio do Jerónimo de Sousa no Pavilhão Atlêntico, ou a insistência em passar as declarações do Jerónimo em quarto lugar, ou o destaque dado aos ex-comunistas que apoiam as outras candidaturas, etc...


Do outro lado do Atlântico

Exercicio de substituiçao atroz e incapaz. Corcovado, Barra, Flamengo, Ipanema, Santa Teresa, Pao de Açucar, Copacabana, Botafogo, Urca, Tijuca e afins........ por esse mundo de calor, carne, corpo, suor, sabor, tesão, mão, ardor e amor.

"Já como presidente, Bruno Carneiro optou por avançar com os seus planos futuros, entre os quais se destaca “um diálogo aberto com a Reitoria da Universidade”. " in Urbi et Orbi

É curioso que este amigo, entre tantos projectos enunciados, não fale uma única vez de Bolonha, Financiamento, Acção Social, Propinas, Saidas Profissionais, etc..

Mas por outro lado, não é esta Associação que recebe uma percentagem das propinas pagas pelos alunos?

100 visitantes

"o projecto esbloga-mos sff representa uma lufada de ar fresco no eter cibernético" in Noticias da Paróquia de Sendim
"assim dá gosto ir à internet" in Gazeta de Orjais
"vamos esblogar!!!" in O Expresso de Vila Meã
esbloga-mos sff um projecto com pernas para andar!

A alegria da vitória !!!


Eu sei que o porto-benfica já aconteceu à muito tempo, que águas passadas não movem moinhos e etc e tal... mas digam lá que esta imagem não é um regalo para os olhos...

BACARDI, UM MAU TRAGO

Não, o que importa é o défice

Fosso que separa pobres dos ricos agrava-se em Portugal

Portugal é o país mais desigual e mais pobre da União Europeia, com a diferença entre os mais ricos e os mais pobres a acentuar-se desde 2001, sendo actualmente cerca de dois milhões o número dos que vivem com menos de 350 euros por mês, segundo dados do Eurostat.

ultrapassámos os 50 visitantes... o céu é o limite!!!

Da Rússia com amor…

Caros Amigos,

Mais um para contribuir no esbloga-mos sff.

Mas não sou o quinto nem vou a certos e determinados jantares.

Aquele abraço

FA

Ps. Este devia ser o meu primeiro e não terceiro post


É impressão minha ou isto à muito que está combinado

boa, mais um covilhoco online.....

já ultrapassámos os 25 visitantes... acho que já merecemos uma jantarada de comemoração.

Sinopse

As margens do maior lago tropical do mundo, considerado como o berço da Humanidade, são hoje o palco do pior pesadelo da globalização.
Na Tanzânia, nos anos 60, a Perca do Nilo, um predador voraz, foi introduzida no lago Vitória, como experiência científica. Depois, praticamente todas as populações de peixes indígenas foram dizimadas. Desta catástrofe ecológica nasceu uma indústria frutuosa, pois a carne branca do enorme peixe é exportada com sucesso em todo o hemisfério norte.
Pescadores, políticos, pilotos russos, prostitutas, industriais e comissários europeus são os actores de um drama que ultrapassa as fronteiras do país africano.
No céu, enormes aviões de carga da ex-União Soviética formam um ballet incessante, abrindo a porta a outro tipo de comércio: o comércio de armas.

Para a malta que está em Lisboa,
que tal uma passagem pelo nimas




funchal, 01 de Janeiro de 2006

Praia da Comporta- Outubro 2004-by ET
Caros Amigos,

Mais um jantar e finalmente aderí ao esbloga-mos sff.
Agora só falta um para o quinteto dos Covilhocos ficar completo.
Abraços
ET


Nos próximos post's vou tentar traduzir, recorrendo a imagens e a texto, o meu sentimento de indignação com o comportamento da companhia aérea AIR LUXOR.

Espero conseguir, pelo menos, que nenhum de vós volte a entrar num avião daqueles bastardos. Só assim poderei encontrar alguma justificação para o meu martírio.

A imagem que vocês podem observar foi registada por volta da meia-noite e representa um grupo de 80 pessoas entre as quais eu me incluía, que deveria ter embarcado com destino a Lisboa às 19:40h e que só o faria às 04:20h, em acesa discussão com o DIRECTOR REGIONAL DA AIR LUXOR JOSÉ MORAIS… amaldiçoado sejas!

Meus amigos, a situação aqueceu a valer…. insultos, chapadas e RTP Madeira…

Até breve com mais pormenores desta triste aventura chamada AIR LUXOR.
Nota de Rodapé: Tirando a viagem, a estadia foi à manêra, para breve mais algumas imagens.
Grande Abraço


UM BOM ANO PRA VOCÊMESSESES E UM GRANDE BEM HAJA


Procura aí

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