Contributo para a sustentabilidade da Segurança Social


Ignorando relatórios de especialistas, juntas médicas rejeitaram aposentação a outras duas professoras com cancro.

"Duas professoras com cancro poderão ser obrigadas a voltar a leccionar no próximo ano depois de várias juntas médicas da Caixa Geral de Aposentações (CGA) lhes terem recusado a passagem à reforma. (...) Os dois novos casos surgem em plena polémica provocada por decisões idênticas de juntas médicas da CGA e que levaram a que outros dois docentes tivessem morrido no activo.

 (...) 

O cancro foi-lhe diagnosticado (a uma professora do 1º Ciclo de Cabeceiras de Basto) em Maio de 1998, tendo sido sujeita a tratamentos de quimioterapia e radioterapia que lhe deixaram sequelas graves ao nível da fala e da audição que a impedem de leccionar. 

Mesmo assim, a docente viu recusados os dois pedidos de aposentação que fez. (...) 

Na última junta médica a que foi sujeita marcaram-lhe uma consulta com um otorrinolaringologista que, segundo conta o jornal, lhe sugeriu que se "fizesse uma limpeza aos ouvidos e arranjasse os dentes ficaria muito bem". (...) 

Em Janeiro deste ano, uma professora de Aveiro morreu com uma leucemia e, no mês passado, um professor de Braga com cancro na traqueia. A ambos tinha sido recusada a reforma antecipada, pelo que se encontravam no activo."

Artigo daqui e imagem daqui

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